Se você tem curiosidade em conhecer as cozinhas dos chefs de cozinha, junte-se a nós nesse tour.

Os grandes chefs da gastronomia brasileira nos encantam com lindos e saborosos pratos, eles que possuem o dom da gastronomia, ou técnica adquirida, “se preferir assim pensar”. As cozinhas industriais dos restaurantes em que preparam essas verdadeiras obras de arte são fantásticas, mas como será as cozinhas das casas desses chefs?

Será que eles encontram tempo para cozinhar em casa? Será que são organizados? – ou em casa de ferreiro espeto de pau?

Conheça um pouco da profissão e das cozinhas dos desses famosos Chefs:

BEL COELHO

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Bel começou a carreira como estagiária de Laurent Suadeau e no Fasano. Fora do País, cursou o Culinary Institute of America (CIA) em Nova York. Também teve a oportunidade de se inspirar na inquietude e brasilidade de Alex Atala, quando trabalhou no seu estrelado D.O.M. De lá para cá, comandou os menus de restaurantes reconhecidos como Madelleine, Buddah Bar e Sabuji, onde  recebeu o prêmio de Chef Revelação.

Atualmente Bel Coelho comanda o Clandestino, restaurante que funciona somente uma vez por semana no mês e serve um menu degustação com tudo o que há de mais criativo em sua gastronomia. E além do Clandestino, ela possui também o Canto da Bel, com preços mais acessíveis e que abre um sábado por mês.

Um toc pessoal

Sua cozinha é revestida com ladrilhos hidráulicos, que é uma peça artesanal, feito peça por peça, rústica, sem brilho, de alta resistência e durabilidade; como objetos de decoração ela tem uma pintura de Frida Kahlo, panelas de barro e um conjunto de facas.

ROGÉRIO BETTI

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Especialista em churrasco, jurado do BBQ Brasil (SBT), um reality culinário que a emissora lançou no início de 2016.

Ele é de uma família de açougueiros donos de uma rede de casa de carnes, chamada Flórida, que tinha mais de 30 lojas e fechou em 1997. Depois, Rogério de Betti foi trabalhar no mercado financeiro, mas os anos se passaram e ele decidiu retornar às origens e inaugurar a de Betti, um açougue diferenciado.

Um toc pessoal

Em sua cozinha particular, inspirada na lendária “steak house” nova-iorquina Peter Luger, ele faz o método chamado “dry-aged”, que é um processo de maturação da carne para aumentar a maciez e concentrar o sabor. O chão é todo vermelho, típico de fazendo, com detalhes em ladrilho hidráulico e a mesa é uma relíquia de família, possui 100 anos e era da bisavó de sua mulher, o que garante um ar mais rústico. A parede é revestida com azulejo branco que imita as estações de trem de Nova Iorque.

LUCAS CORAZZA

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Lucas começou a cozinhar aos 14, assistindo ao “Note e Anote”, programa de Ana Maria Braga, e lendo a “Claudia Cozinha”. E levou pouco tempo até se arriscar a vender pães de mel e bala de coco na escola. Louco por açúcar, Lucas é embaixador de uma marca brasileira de chocolates e jurado do programa “Que Seja Doce” (GNT), em que, a cada edição, tem de provar nada menos do que nove doces produzidos pelos participantes.

Quando se mudou para a edícula na casa da sua avó, reformou a casa de forma que o andar de baixo fosse sua cozinha de produção, e a cozinha no andar de cima se tornou o estúdio para vídeos e fotos. Transformou os ambientes os deixando confortáveis, tendo tudo que a casa de um solteiro precisa: geladeira de tamanho adequado, fogão 4 bocas e até mesmo um equipamento chamado “Plantário” do qual sempre tem ervas frescas, e claro, muitas forminhas de doces, de tudo quanto é formato e tamanho”.

Um toc pessoal

O vermelho é a cor predominante na casa de Lucas, portas, pisos, janelas, objetos, forminhas de doces e eletrodomésticos, a cor da paixão da um charme e elegância em vários ambientes na casa do nosso chef.

 

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