Tendências podem orientar linguagem estética, mas não devem dominar a decisão. Um padrão em alta pode funcionar muito bem quando está alinhado ao ambiente, ao mobiliário e à expectativa de permanência do projeto. O problema surge quando a tendência é escolhida sem avaliar longevidade visual e compatibilidade. Em uma comparação profissional, tendência é apenas uma camada estética. Ela deve ser filtrada por uso, manutenção, iluminação e capacidade de envelhecer bem. A melhor escolha contemporânea não é necessariamente a mais chamativa, mas aquela que permanece coerente mesmo quando a moda muda.