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Os papéis de parede tradicionais são feitos em flexografia, que são rolos de metal que fazem a impressão das texturas do papel. Esse método, que é o método tradicional de produção, é feito para grandes volumes e deixa pouco espaço para testes de produtos, porque, quando a máquina é ligada, ela precisa imprimir uma boa quantidade de rolos para valer a pena. Já a impressão digital vem ganhando muita força nos últimos anos, mas, por ser nova, poucos equipamentos e insumos são feitos para essa finalidade. Somente nos últimos dois anos tivemos um aumento considerável de empresas tentando dominar essa tecnologia. A grande vantagem da impressão digital é a possibilidade de customização, já que a impressão digital pode fabricar um, dois ou três rolos somente, fazendo com que possamos “apostar” mais em tendências sem grandes investimentos iniciais como pede a flexografia.

 

As impressões digitais podem ser feitas com tinta solvente, eco solvente, látex ou UV. As tintas látex e UV são as mais ecológicas, sendo a tinta UV a mais usada por ter uma fixação e durabilidade muito maior na superfície do papel de parede, uma vez que a cura da tinta se dá de forma instantânea e sem uso de calor como as outras tintas. Na tinta UV, a cura se dá pela exposição da tinta à luz ultravioleta, que faz com que a tinta fixe instantaneamente no produto.

 

Sim. Para escadas com tráfego intenso (escritórios, hotéis, edifícios multifamiliares), existem categorias específicas de papel de parede denominadas ‘contract’ ou ‘heavy duty’, certificados com classificação de resistência mecânica Classe III ou superior segundo as normas EN 15102 e ISO 5659. Estes papéis têm gramatura típica acima de 400g/m², suporte vinílico reforçado e acabamentos com resistência a produtos de limpeza profissionais. São frequentemente produzidos sem rapport (ou com rapport mínimo) para facilitar a instalação e reduzir o desperdício em projetos de grande escala.

Sim. Algumas tonalidades evidenciam alterações com maior facilidade do que outras, especialmente em ambientes altamente iluminados.

Não. Em ambientes de alto tráfego, critérios técnicos devem preceder a avaliação estética.

Sim. O comportamento dimensional do revestimento possui relação direta com a forma como as emendas se comportam ao longo do tempo.

Sim. Ambientes bem iluminados tendem a evidenciar pequenas imperfeições com maior facilidade.

Não. Em determinadas situações, alterações dimensionais do próprio material também podem contribuir para esse resultado.

Sim. Embora o impacto seja menor do que o da incidência direta, a exposição contínua à luminosidade ambiente também contribui para o envelhecimento visual ao longo do tempo.

Diretamente. Materiais adequados para limpeza frequente costumam preservar melhor sua aparência original.

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